sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Instalar o VMware

Para instalar o VMware, primeiro baixamos o arquivo no site. Para isso, é necessário criar uma conta.

Feito isso, perceba que é um arquivo .bundle, portanto, teremos que dar permissão de execução para o mesmo com o seguinte comando:

# chmod +x VMware.<versãoDoArquivo>.bundle

E então executá-lo com o comando

# ./VMware.<versãoDoArquivo>.bundle

A partir daí abre a interface gráfica e é só seguir o next --> next --> finish.

O serial.

Se tiver erro na leitura do cabeçalho (header) do GCC (Gnu Compiler Collection), basta instalar o novo header no seu kernel, contendo a versão atualizada do GCC.


# apt-get install build-essential

e então configurá-lo no cabeçalho do kernel:

# apt-get install linux-headers-$(uname -r)

Feito isso, rode o programa com o comando # vmware e pronto.

Se o erro persistir, utilize o seguinte comando: # vmware-modconfig --console –-install-all

Instalar Dropbox

Para instalar o DropBox em seu Debian, basta seguir os passos da página do DropBox.

Abra o terminal, e digite o seguinte comando:

$ cd ~ && wget -O - "https://www.dropbox.com/download?plat=lnx.x86_64" | tar xzf -

Com isso, iniciará o download do arquivo e automaticamente já será criada uma pasta temporária para o arquivo deszipado.

Para instalar, digite o comando: 

$ ~/.dropbox-dist/dropbox

Irá abrir a janela, na qual você põem sua conta e define a pasta padrão.

É possível utilizar o dropbox via linha de comando, instalando um script python, disponível na página do dropbox.
   




 
 

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Sources.list

A sources.list é uma lista de espelhos, que são utilizados pelo APT (Advanced Packaging Tool), uma ferramenta para instalação automatizada dos mais diversos pacotes (programas).

Para alterar a sources.list, digite o comando  # nano /etc/apt/sources.list 

Segue aqui a minha sources.list, com os espelhos padrões para o Brasil, e mais alguns espelhos opcionais, que são utilizados nos posts deste blog. 

 ### ----------- REPOSITÓRIOS PADROẼS (JESSIE) -------------- ###

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main contrib non-free

deb http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib
deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib

### ----------- REPOSITÓRIO BACKPORT (TESTING) ----------- ###

#deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-backports main contrib non-free
#deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-backports main contrib non-free

### ----------- REPOSITÓRIO SID (INSTABLE) --------------------- ###

#deb http://ftp.br.debian.org/debian/ sid main
#deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ sid main

### ----------- REPOSITÓRIO POSTGRESQL ------------------------ ###

# -- baixar chave -- #
# wget https://www.postgresql.org/media/keys/ACCC4CF8.asc

# -- instalar chave -- #
# sudo apt-key add ./ACCC4CF8.asc
deb http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ jessie-pgdg main
deb-src http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ jessie-pgdg main

# jessie-updates, previously known as 'volatile'



Documentação completa do APT: 

https://www.debian.org/doc/manuals/apt-howto/index.pt-br.html

Plugin Flash Player

Para instalar o plugin do flash player no seu Debian, basta correr com o seguinte comando:

# apt-get install flashplugin-nonfree 

Ao termino da instalação, já será possível a reprodução de mídias nos navegadores, entre outras utilidades deste.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Instalando Java + NetBeans

Se já houver um espelho contrib em sua sources.list, você não precisará adicionar, entretanto, se você utilizar o comando # apt-get install java-package e não for possível localizar o pacote, adicione a seguinte linha em seu arquivo de repositórios:

deb http:// httpredir.debian.org/debian/ jessie main contrib

Para editar o arquivo, utilize o comando: 

# nano /etc/apt/sources.list 

 
Utilizando o # apt-get update depois de editar, para rastrear os novos pacotes.
Então, no site da Oracle baixe o JDK/JRE atual em modo .tar.gz e com o comando, extraia e compile o código, utilizando exit para sair do root:

$ make-jpkg jdk-8u60-linux-x64.tar.gz sendo -8u60- a versão atual do JDK no momento do post.

Feito isso, torne-se root novamente e instale o código compilado:

#su

#dpkg - i oracle-java8-jdk-8u60-_amd64.deb

Seu java está instalado, sendo agora possível instalar o NetBeans, Eclipse, ou mesmo escrever os códigos através do bloco de notas.

Para instalar o NetBeans, baixe-o neste link obtendo a versão completa com todas ferramentas. 
Baixado o arquivo, é necessário utilizar o seguinte comando para executá-lo:

# chmod +x netbeans-<version>

Feito isso, abrirá a caixa de instalação do NetBeans, sendo possível alterar quais as ferramentas desejadas.


Fontes: 
 


sábado, 15 de agosto de 2015

Instalando o Postgresql + MySql Workbench

Instalando o Gerenciador:

# apt install postgresql

Configurando: (como usuário root ou usando sudo na frente, troque de usuário para o do postgres)

# su postgres

Entre no gerenciador de banco de dados, importante não esquecer o ; no final. Caso esqueça, aparecerá no inicio da linha assim "postgres-#" indicando comando incompleto, para completar, digite apenas o ; e tecle enter. O Resultado deverá ser 'ALTER ROLE' para o primeiro comando.

$ psql


postgres=# ALTER USER postgres WITH PASSWORD 'qualquersenha';

postgres=# CREATE USER usuario WITH PASSWORD 'senha';

postgres=# CREATE DATABASE minhabase;

Saia do gerenciador com:

\q

Use o editor de texto de sua preferência para editar o arquivo:


$ nano /etc/postgresql/version/main/pg_hba.conf

Altere a regra de conexão pelo Sistema:

# Database administrative login by Unix domain socket
local   all             postgres                                trust



Altere todos os usuários para o modo md5:

local all all ident

ficou

local all all md5

Salve e feche o arquivo e então libere o acesso remoto aos bancos de dados:

$ nano /etc/postgresql/version/main/postgresql.conf

#listen_adress = 'local_host'

mude para

listen_adress= '*'

Ative a encriptação por senha para o acesso descomentando a seguinte linha:

#password_encryption = on

ficando 

password_encryption = on

Saia do terminal do postgres, salve e reinicie:

$ exit

De volta ao terminal com seu usuário (ou root, se você não estiver usando o 'sudo').

# /etc/init.d/postgresql restart

Instalando o PgAdmin III

Para versões posteriores ao Debian 8.x, ignore as etapas a seguir e vá direto para a 4.

1- Adicione a seguinte linha na sua sources.list:


### Repositório do postgres ### deb http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ <versão_da_distro>-pgdg main contrib non-free

2- Baixe a chave para utilização do repositório postgresql:

$ wget http://www.postgresql.org/media/keys/ACCC4CF8.asc

3- Instale a chave e atualize a lista de repositórios:

# apt-key add ./ACCC4CF8.asc && apt-get update

4 -Feito isso, basta instalar o PgAdmin:

# apt install pgadmin3
   
Se você se interessa em ter um ambiente para modelagem dos dados, basta instalar o MySql Workbench, também disponível nos repositórios padrões do debian:

# apt install mysql-workbench 



Links de referência para o post: 

https://jucacrispim.wordpress.com/2009/12/21/instalcao-e-configuracao-do-postgresql-no-debian/

http://tecnosenior.blogspot.com.br/2013/03/instalando-pgadmin3-no-debian.html

Instalando o Debian a partir do Windows

Como primeiro post, darei um tratamento mais reto quanto à instalação da distro Debian, que no momento se encontra na versão 8.1 (Jessie). Antes de mais nada, sugiro ler a documentação para instalação em sistemas de 64 bits, denominado amd64. Baixe ISO do site aqui (sugiro baixar a versão em DVD, sendo só a ISO número 1 necessária), grave em um DVD com o LILI, ou algum programa de sua preferência.
Se sua máquina possui a tecnologia UEFI, você poderá fazer a instalação do Debian nesta plataforma de firmware, fazendo alguns ajustes, como:

Para um disco de 1TB, a tabela ficaria assim:
 
  • 1GB para /boot (primária)
  • 9GB para EFI (primária)
  • 100GB para raiz / (primária)
  • 20GB para /tmp (lógica)
  • 850GB para /home (lógica)
  • 5GB para /swap (lógica)
  • O restante deixe livre, para eventuais alterações de disco

Esta é só uma sugestão, se você tiver um esquema melhor, deixe nos comentários.

Para os iniciantes: swap é também conhecida como área de troca, sua função é de auxiliar a RAM na execução de processos. Somando a área de swap com a RAM, temos a memória virtual. Sempre que o espaço da RAM lotar com algum processo, o Kernel Linux irá transferir algum processo inativo (time slice) da RAM pelo para a área de swap e quando necessário, será transferido de volta. Entretanto, esta transferência é demasiadamente lenta, por isso se recomenda um upgrade de RAM ao notar-se que a swap está sendo muito utilizada. 

O mito da Swap

Muitos dizem que a swap deve ter o dobro da RAM. Isso era verdade 20 anos atrás, quando os processadores eram fracos, a capacidade de RAM era pouca (as utilizadas até o fim da década de 90 tinham em média 32mb) e muito cara. Por isso, diziam que era necessário o dobro de área de swap. Isso se perpetuou até hoje, mesmo que capacidade tenha aumentado tanto e o preço caído. 

Em minha máquina possuo 8GB de RAM, e com a análise do pacote MRTG, nunca utilizei o espaço reservado para partição Swap. Por isso esta fica em ultimo lugar no disco, evitando saltos quando a cabeça do HD está escrevendo nas partições /raiz, /tmp e /home.